COMO APRENDER A TOCAR CAVAQUINHO MÉTODO ESPECIAL PARA INICIANTES E ESTUDE DE ACORDO COM O SEU TEMPO!

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Se você está com dificuldades em como aprender a tocar cavaquinho, fique tranquilo(a) pois vou te ensinar a como tocar cavaquinho fácil, simnples e de maneira que qualquer leigo neste instrumento chamado cavaquinho consiga entender.

Veja como você pode aprender a como tocar cavaquinho iniciante básico ao intermédiario com este treinamento que já formou vários alunos apartir de casa de forma online.

Aprender a como tocar cavaquinho é algo desafiador mais também muito emocionante pois quando você percebe que está aprender que por sinal leva muito poucos dias, você se sente muito mais motivado a continuar aprendendo.

Experiência

Tenho anos de experiência com instrumentos e também formando e ensinando vários alunos a como tocar cavaquinho do zero básico ao intermédiario estudando de acordo com o seu tempo de forma online que te dá também uma liberdade para estudar a hora que quiser quando e onde desejar.

Compensa fazer um curso um curso online?

Sim! Compensa e muito principalmente pelas inúmeras vantagens pois um curso completo via online também te ensina tudo passo a passo como partes do cavaquinho, segurar o seu cavaquinho, como afinar o seu cavaquinho, primeiras notas e muito mais, e você também tem suporte para todo e qualquer tipo de dúvida que pode surgir durante todo o seu aprendizado, fora que você também pode estudar quando quiser com ou sem fériados.

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A HISTÓRIA DO CAVAQUINHO

O cavaquinho (pai de outros modelos como a braguinha, braga, machete, machetinho ou machete-de-braga) é um instrumento da família dos cordofones originário do Minho, norte de Portugal, que mais tarde foi amplamente introduzido na cultura popular de Braga pelos nobres Biscainhos e de onde foi depois levado para outras paragens como Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Hawaii e Madeira[1].

Com 12 trastos na forma original o cavaquinho tem uma afinação própria da cidade de Braga que é ré-lá-si-mi. No entanto, as suas quatro cordas de tripa ou de metal, são também afinadas em ré-si-sol-sol, mi-dó#-lá-lá, mi-ré-si-sol, no Brasil como ré-si-sol-ré ou, mais raramente, em mi-si-sol-ré conforme o país onde é utilizado[2] e de acordo com os costumes etnográficos de cada região portuguesa. Júlio Pereira, um dos músicos portugueses mais renomados da actualidade, tem ajudado na divulgação do cavaquinho como instrumento pleno de versatilidade e que tem dado frutos.

No Brasil este instrumento é usado nas congadas e forma, junto com o bandolim, a flauta, o violão de 7 cordas, o violão de 6 cordas e o pandeiro os conjuntos regionais para a execução de choros.

Waldir Azevedo foi possivelmente o mais conhecido músico deste instrumento no Brasil, nas décadas de 60 a 80, no domínio da música instrumental, o choro. Em décadas anteriores, um influente intérprete do cavaquinho foi Augusto Sardinha, popularmente conhecido como Garoto[3]. Considerado, ainda em vida deste, como seu sucessor, o músico paulista Roberto Barbosa, mais conhecido por Canhotinho, é hoje considerado uma das principais referências no instrumento, por ter aprimorado a técnica deixada por Waldir Azevedo. Canhotinho é há cerca de 40 anos o arranjador do renomado conjunto de samba Demônios da Garoa. Outro tocador notável deste instrumento é Arlindo Cruz, conhecido na cena do samba e do pagode Brasileiro.

As ilhas do Hawaii têm um instrumento baseado no cavaquinho chamado ukulele, também com quatro cordas e um formato semelhante ao do cavaquinho, que se julga ser uma alteração do cavaquinho, levado por emigrantes portugueses em 1879.

A navegação portuguesa também levou o cavaquinho para a Indonésia. Sua adaptação local ganhou o nome de kroncong, nome também dado a um estilo musical com influências do fado e criado no século XVI por escravos libertados.[4]




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